Reconstrói o processo como de fato ocorreu, a partir do registro que o sistema já produz. Mostra o caminho real — inclusive os desvios que ninguém documentou.
Isso substitui a conversa com quem executa o processo?
Não. A mineração de processo mostra o caminho e onde ele desvia; a conversa explica por quê. As duas juntas são a checagem — uma sozinha mostra metade da resposta.
Que tipo de desvio ela encontra que ninguém reporta?
O desvio que virou rotina e parou de parecer desvio. Quando todo caso de um tipo passa pela mesma etapa extra, não registrada no processo oficial, ele já não é excepcional — é o processo real, sem nome.
É preciso acesso de escrita ao ERP para isso?
Não. A análise é feita sobre exportação do registro que o sistema já produz — leitura apenas, nunca escrita em sistema do cliente. É a mesma garantia que vale para qualquer outro dado do ciclo, descrita em Declarações.
A mineração de processo não pergunta a ninguém e não recua por desconforto. É a fonte mais fria das três — e por isso a mais útil para checar as outras duas.